13 de jun de 2012

Bookafé Oferece AQUISIÇÃO de um Passaporte Para o Reino

Mais uma Pérola desse Comércio Religioso
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As empresas BOOKAFÉS estão inventando uma nova definição para a PROMOÇÃO da fé.

Nos bons tempos, promover a fé era orar, ter comunhão com o Senhor, pegar a Bíblia e levar as Boas Novas da fé no Senhor Jesus Cristo para as pessoas.

Agora promoção é ouvir e seguir um projeto humano, e promover a assinatura de um jornal dando um Alimento Diário como brinde. 

Será que chegaremos ao ponto de ver que promoção da fé como um desconto no preço do café, da empada ou do livreto?



Preste bastante atenção neste anuncio (claramente registrado nesta foto):

"Na AQUISIÇÃO de uma assinatura do Alimento Diário você estará concordando... não deixe passar essa oportunidade... seguindo as orientações de uso, terás um UM PASSAPORTE PARA O REINO!!!"



Não sei quanto a vocês, mas para mim (e graças a Deus para um montão de gente que tem um pouco de discernimento espiritual) essa propaganda soa como o antigo comércio de indulgências promovido pelo catolicismo romano. Este tipo de marketing induz a pessoa a crer que basta comprar um livro ou fazer a assinatura de um jornal para que ela possa entrar no reino. Será que nunca não leram João 3:5?

 Vinnicius Oliveira escreveu:
"Nem sei como vou começar este artigo. Mas sei de uma coisa, já estou ficando farto de tanta mentira!

         Historicamente somos os inconformados com os abusos cometidos pelos líderes religiosos de um tempo não muito distante. Protestamos firmemente contra religiosos que manipulavam a boa vontade alheia para obter benefício próprio. Nossa revolta foi marcada com muita luta, sofrimento e muito sangue.
         A “Santa Igreja” motivada pelo poder financeiro criou uma série de penitências a serem pagas para a remissão dos pecados, as chamadas indulgências. Quando o papa Leão X precisou de fundos para construir a Praça de São Pedro, no Vaticano, recorreu a essa forma de venda. Martinho Lutero, o maior revolucionário cristão que já existiu, alertava para o caráter mercantilizado das indulgências; sendo assim a motivação maior não era o perdão e sim os artigos valiosos e até propriedades depositadas aos pés dos papas.
         A octogésima nona tese de Lutero diz: “Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências, outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?” E disse também Lutero: Comete-se injustiça contra a Palavra de Deus quando, no mesmo sermão, se consagra tanto ou mais tempo à indulgência do que à pregação da Palavra do Senhor.
         Mas e hoje, a igreja moderna? Quantas teses Martinho Lutero escreveria para combater tanta mentira professada nos cultos? É Rosa Ungida no valor de R$100;  Vassoura orada no monte da transfiguração, cento e cinquenta contos; Copo d'água, anel da vitória garantida, meia da bênção, crucifixo da terra santa com as águas do rio Jordão... E por aí vai! E vai pra muito longe...
         Hoje não se prega salvação, e sim, vende-se a bênção de Deus! Em muitos cultos gasta-se mais tempo com a venda dessas bênçãos do que revelando o próprio Cristo e sua Cruz, pois é dela que provem a bênção do Senhor.
          E como sempre diz meu amigo John Piper: Voltemos ao Evangelho!"

Fonte: Antipas Brasil

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