4 de jan de 2013

4 Importantes Práticas da Vida Cristã Genuína

Quando deixamos de lado qualquer uma dessas "âncoras", sentimos sérias consequências práticas em nossa vida. Um exemplo disso está em Atos 27:40-41. Quando os marinheiros se livraram das "quatro âncoras" (At 27:29), acabaram logo atingindo as rochas e naufragaram. Assim como aconteceu com aqueles marinheiros, alguns cristãos acham que podem se livrar dessas quatro importantes práticas e que não haverá consequências. Porém, cedo ou tarde acabam perigosamente à deriva espiritual e "naufragam" (1 Tm 1:19). Sem reuniões especificamente designadas para esses propósitos, ficamos à deriva em uma ou outra área de nossa vida cristã. Uma boa pergunta que devemos fazer a nós mesmos é: "Quantas dessas âncoras conservo em minha vida?".


Sem a "doutrina dos apóstolos" não permaneceremos "confirmados na presente verdade" (2 Pd 1:12). Consequentemente, seremos "levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente" (Ef 4:14). Alguns cristãos pensam que doutrina é algo que deve ser deixado a cargo do "Pastor" de sua igreja, porém as Escrituras dizem que a verdade foi entregue por intermédio dos apóstolos aos santos -- todos eles, não apenas um grupo especialmente qualificado entre os santos (Jd 3). Ela não foi entregue aos apóstolos, mas por intermédio dos apóstolos aos santos. Os apóstolos não eram os destinatários finais da verdade; eles eram apenas os canais através dos quais ela chegaria até nós. A doutrina cristã, portanto, é algo que todo cristão deve conhecer, desfrutar e andar nela. J. N. Darby disse que "nenhum cristão conhece seu verdadeiro lugar sem ela". Portanto, devemos prestar atenção à doutrina, pois existe uma salvação prática conectada a ela (1 Tm 4:15-16). Não podemos viver bem sem ela.

Se ficarmos sem "comunhão" com outros cristãos nas coisas divinas, não seremos corrigidos e ajustados em nossos pensamentos acerca da doutrina e de quaisquer faltas e peculiaridades de nossa vida pessoal. Isto é resolvido quando estamos com outros cristãos. Além do mais, se não andarmos em uma comunhão prática com nossos irmãos, ficaremos sujeitos a interpretações errôneas, as quais com frequência nos levam a equívocos e contendas (Fp 2:2-3).

Sem o "partir do pão" nosso coração pode esfriar. A ceia do Senhor é uma ocasião quando recordamos o Senhor em Sua morte; quando relembramos o Seu amor por nós, que O levou a sofrer na cruz em nosso lugar. A meditação nesse amor eleva nosso coração a Ele em verdadeira adoração (2 Co 5:14, Ct 1:2-4).

Sem a "oração" nossa vida se torna independente dEle, que é nossa Cabeça. Começaremos a escolher nosso próprio caminho de vida, sem depender da Cabeça (Cl 2:19). Sem a dependência do Senhor certamente acabaremos dando passos que nos levarão para fora da senda cristã.

Desfrute do Dia